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A Valeo e a Nissan anunciaram o lançamento de soluções inteligentes de recarga V1G e V2G no Reino Unido, com o objetivo de reduzir custos para os motoristas de veículos elétricos e estabilizar a rede elétrica local. A parceria combina a tecnologia de carregamento bidirecional da Valeo com os modelos elétricos da Nissan, permitindo que os veículos não apenas recarreguem, mas também devolvam energia à rede quando necessário.
Embora o anúncio seja focado no mercado britânico, a tecnologia V2G (vehicle-to-grid) tem relevância global, especialmente em países como o Brasil, onde a frota de elétricos cresce rapidamente e a infraestrutura de recarga ainda está em desenvolvimento. A capacidade de usar baterias de carros como reserva energética pode ajudar a equilibrar picos de demanda sem investimentos pesados em novas usinas.
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☀️ Montar Meu Ecossistema →De acordo com a Valeo e a Nissan, as soluções V1G (carregamento inteligente unidirecional) e V2G serão testadas inicialmente no Reino Unido, com planos de expansão futura. O sistema permite que o motorista programe a recarga nos horários de menor tarifa e, no caso do V2G, venda o excedente de energia de volta para a rede. A iniciativa faz parte de um projeto piloto que deve durar 12 meses.
Impacto no mercado brasileiro
A chegada dessa tecnologia ao Brasil poderia transformar a relação dos consumidores com a energia elétrica. Com a alta volatilidade das tarifas e os apagões em algumas regiões, o V2G oferece uma alternativa para armazenar energia barata e usá-la em momentos de pico, gerando economia direta na conta de luz.
Para as montadoras e operadoras de infraestrutura, a integração com a rede exige padrões de comunicação e segurança cibernética que ainda estão sendo regulamentados no país. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) já estuda modelos de tarifação dinâmica, o que poderia viabilizar economicamente o V2G em território nacional.

Oportunidades para consumidores
Motoristas brasileiros que já possuem veículos elétricos poderiam, no futuro, usar o carro como uma bateria residencial, reduzindo a dependência da rede em horários de pico. Isso seria especialmente vantajoso em regiões com tarifas horárias diferenciadas, como São Paulo e Rio de Janeiro.
Desafios de infraestrutura
A adoção em larga escala depende de investimentos em carregadores bidirecionais, que ainda são raros no Brasil. Além disso, a compatibilidade com os modelos elétricos mais vendidos no país, como o Nissan Leaf e o Renault Zoe, precisaria ser confirmada pelas montadoras.
A tendência é que, com a evolução das redes inteligentes e a redução dos custos das baterias, o V2G se torne uma realidade no Brasil nos próximos anos. Enquanto isso, o projeto no Reino Unido servirá como laboratório para testar a viabilidade técnica e comercial da solução.
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Fonte: electriccarsreport.com | Curadoria: ATLAS AI | Relevância: 9.5/10
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